Ilegal, Imoral ou Engorda

Carta de revelações sobre um falso moralista
Depois das postagens da Soldado Pfem Ana,
chegou a vez deste Major falar o que sabe sobre o coronel “alto e gordo”.
Às autoridades alagoanas, ao Comandante Geral, Coronel Luciano Silva, ao povo alagoano, aos internautas e principalmente aos militares que são vítimas do autoritarismo, da perseguição e demonstração do falso moralismo do Tenente-Coronel (alto e gordo) Lima Júnior, que deveria dar exemplos positivos aos seus subordinados, mas que vem maculando e enojando com a prática de atos administrativos arbitrários, inconsequentes, ilegais e imorais, o valoroso nome da Briosa Polícia Militar de Alagoas.
Nota de esclarecimento: o conteúdo a seguir, que para muitos será apócrifo, vem assinado em nome do nosso personagem, mas nem por isso deverá perder a credibilidade que lhe é devida (como fez a OAB no caso do Major Rutemberg), pois irá revelar toda verdade sobre o que eu sei do coronel “algo e gordo”. Portanto, como tudo que será revelado aconteceu ou ainda acontece, e há como se provar isso, observamos que se for determinado uma rigorosa apuração dos fatos por parte da Corregedoria da Polícia Militar ou até mesmo da Polícia Civil, ou ainda da Polícia Federal e Receita Federal (já que existe sonegação de imposto e enriquecimento ilícito), sem sombra de dúvidas comprovará que seu teor reflete autenticidade, legitimidade e veracidade sobre todos os desmandos administrativos cometidos pelo Tenente-Coronel (alto e gordo) Lima Júnior, que pelo menor dos atos praticados deveria estar “na mira” das autoridades.
Dos crimes praticados:
Desvio de combustível da PM;
Uso indevido de viatura policial, armamentos, munições e pessoal da 2ª seção;
Homicídio de informante a serviço da 2ª seção;
Afronta ao código de ética da PM (desvio de função policial);
Enriquecimento ilícito;
Sonegação fiscal.
Das competências das apurações:
Corregedoria da PM (desvio de combustível, desvio de função PM, abuso de poder, uso indevido de viaturas, armamentos, munições e pessoal da corporação para fins particulares). Não fazendo o comandante da PM coronel Luciano Silva incorrerá em crime de improbidade administrativa (Lei nº 8.429-92);
Polícia Civil (crime de homicídio de informante a serviço da 2ª seção e enriquecimento não compatível com salário);
Polícia Federal (sonegação fiscal);
Receita Federal (sonegação fiscal).
Uso de militares em serviços particulares
O TC (alto e gordo) Lima Júnior utilizava de policiais da 2ª seção (P2), bem como armamentos e às vezes até de viaturas para efetuar serviços particulares na época da Empresa Transforte (hoje Nordeste, veja a localização oficial no mapa), chegando a certas situações a dispensar policiais da 2ª seção para dar preferência ao serviço particular. Com isto o serviço da corporação militar além de ficar em segundo plano tinha sempre solução de continuidade.
E para reforçar o que foi dito anteriormente, posso citar alguns policiais que participaram deste tipo de desmando:
Soldados: Assis, Nunes, Aldeir, Anderson, Arcelino, Alexandre;
Sargentos: Vitoriano, Sampaio, Nivaldo… entre tantos e tantos outros.
A situação ficou tão escancarada que o Coronel Tavares, da Reserva Remunerada (que trabalha na empresa), freou este desmando e demitiu todos os policiais da 2ª seção e criou outro grupo; desta feita, composto por civis. Se não acreditam, procurem a Justiça do Trabalho, e verão que todos os integrantes da 2ª seção empregados na empresa fizeram acordo trabalhista na referida justiça, e também tiveram complicações com a declaração de imposto de renda. Além do mais, procure o Coronel Tavares, o “boneco”, que todos os finais de semana está no Clube Lindóia.
Fuga dos impostos
O TC “alto e gordo” embolsava mensalmente da Transforte nada mais nada menos que R$ 6.000,00 (pagos em espécie, para burlar a Receita Federal) enquanto pagava aos seus cupinchas a mixaria de menos de R$ 600,00. O serviço era de escolta de carro com dinheiro que abastece os terminais eletrônicos em Maceió e “pontiar” os funcionários da Transforte para não furtarem dinheiro a ser inserido nos cash.
Militar acidentado na “viração”
Foi justamente durante a realização de um destes serviços do TC “alto e gordo” que aconteceu um acidente de carro na Praia da Avenida, muito próximo ao Posto de Gasolina Avenida, onde o soldado da 2ª seção Júnior ficou gravemente ferido. O caso foi providencialmente abafado pelo TC “alto e gordo”. O acidentado foi descartado pelo “chefe” e permaneceu aos cuidados do Hospital da PM. Foi forjada uma escala e encaixaram o Soldado Júnior para configurar que ele tinha sido lesionado em objeto de serviço. A “vítima” ficou tão irada com o “chefe”, porque não recebeu o pagamento completo do mês em virtude do acidente e, por não estar em “condições de combate”, foi descartado da equipe.
Foi preciso fazer uma vaquinha entre os colegas para comprar remédios e cestas básicas para doar ao acidentado. Para maiores esclarecimento é só procurar o Prontuário Médico do Soldado Júnior no hospital da PM.
O Caso Polimix
Em outro momento, integrantes da 2ª seção, comandados pelo TC “alto e gordo”, depois de uma investigação, conseguiram identificar uma quadrilha que roubavam cargas de cimento. Até ai tudo bem, se não fosse o mal estar causado entre policiais do Batalhão de Rádio Patrulha e policiais da 2ª seção. Tudo porque o gerente da Empresa Polimix, depois da furada do TC “alto e gordo”, pagou R$ 500,00 para cada policial da 2ª seção e não deu nenhum centavo aos policiais da RP, que realizaram as prisões. Isso, enquanto o TC “alto e gordo” embolsava a bagatela de R$ 5.000,00. Para maiores esclarecimentos procurem o Tenente Navarro, Oficial de Operações que comandava os policiais da RP na referida ocasião; ou então o gerente da Polimix, Márcio Simões.
O uso da viatura MVI 0248
O TC “alto e gordo” utilizava a viatura celta branco, de placa MVI 0248, da 2ª seção, diárias, combustíveis e motoristas, para conduzir seus filhos Paulo Vitor e Sarinha diariamente ao Colégio Marista e algumas vezes conduzir a família até a cidade de Campo Alegre, onde mora seus sogros. Além disso, sempre para ir pescar nas cidades do interior de Alagoas, ou para viajar para tratar de assuntos particulares em Maragogi, onde prestava “assessoria de segurança” no Hotel Salinas. E não satisfeito, abusando de seu posto, escalava oficiais daquele quartel para determinar que rondassem nas proximidades do referido hotel. Um dos oficiais que “cooperava” era o tenente Antão. Não poderia deixar de falar, também que quando “ele” morava na Ilha de Santa Rita, utilizava a viatura esta mesma viatura para levar e buscar, diariamente, a sua empregada doméstica no percurso Maceió – Ilha de Santa Rita – Maceió.
As câmeras do Banco do Brasil
A gerente de segurança do Banco do Brasil (setor nordeste) doou dez câmeras usadas de circuito fechado para a 2ª seção. Algumas com avarias, mas funcionando. O destino dessas câmeras foi muito inusitado. O TC “alto e gordo” mandou o Cabo Da Rocha (que trabalha no Setor de Comunicação da 2ª seção) consertar as que estavam com avarias. Todas ficaram em condições de uso, até porque estavam funcionando nas agencias do banco do Brasil. Duas destas foram instaladas na sede da 2ª seção e as outras foram vendidas ao síndico do prédio onde morava o TC “alto e gordo”, no Edifício Piazza Bella Vista, 721 no Farol, em frente ao colégio Batista, onde estão instaladas até hoje.
Os hotéis da orla
Mas engana-se que as “desenroladas” atuações do TC “alto e gordo” ocorriam com mais intensidade no interior do Estado. Isso também acontecia em Maceió, onde podemos citar fatos de quando o TC “alto e gordo” “trabalhava” no Hotel Meliá, assim como no Hotel Ouro Branco. Nesse período, o referido “alto e gordo” “influenciava” os oficiais do 1º BPM a determinar que os comandantes de viaturas que fizessem “rondas” nas ruas das imediações dos hotéis. E a mamata decorrente do serviço “vip” era tão boa que o TC “alto e gordo” conseguiu um emprego para sua mulher, Sara, num desses hotéis. Para maiores esclarecimentos é só verificar o cadastro de ex-funcionários.
Voltando ao uso da Vtr da P2 (aquela)…
O filho do TC “alto e gordo”, Paulo Vitor, sempre era levado ao colégio na viatura da P2, sendo que no período da tarde a determinação era para levar o garoto para o ginásio de esportes do colégio.
A gastança de combustível era tanta que o major Fragoso reclamava e às vezes queria brecar a liberação de “cotas extras”. Mas o TC “alto e gordo” dizia que era para “uma missão do Comandante Geral”. E quando o Major Fragoso caia na lábia, entre os membros P2 era chamado de “otário e mané”. Teve ocasiões em que, em um mês, a viatura (aquela mesma, placa MVI 0248) chegou a ser abastecida com mais de 500 (quinhentos) litros de gasolina.
Só para que se tenha uma noção da farra dos combustíveis, todas as viaturas da 2ª seção (carros e motos) utilizavam mensalmente em média 740 (setecentos e quarenta) litros de combustíveis, enquanto só a viatura do TC “alto e gordo” (vamos repetir os dados da Vtr para que não restem dúvidas: celta branco, placa MVI 0248) utilizava dos 740 litros em média 500 (quinhentos) litros.
Todos da 2ª seção, sem exceção, faziam comentários jocosos sobre a quantidade excessiva de combustível gastos pelo TC “alto e gordo” na referida viatura, razão pela qual, ironicamente, perguntavam “se o motor do celta foi trocado por um motor de uma limusine, que consome 1 litro a cada 5 quilômetros rodados”. Os dados são surpreendentes e podem parecer “superfaturados”, mas basta um simples levantamento na DAL (Diretoria de Apoio Logístico) no período em que o TC “alto e gordo” foi chefe da 2ª seção que se encontrará esta verdade.
As famigeradas diárias
O TC “alto e gordo” costumava participar de operações policiais apenas em dois casos: ou quando se trata de envolvimento com pessoas ricas ou quando era para viajar para o interior do Estado, onde a finalidade era tão somente receber as fartas diárias. Para maiores esclarecimentos, recomendamos que seja feito um levantamento no período em que o TC “alto e gordo” foi chefe da 2ª seção e vejam quantas dezenas de milhares de reais o mesmo recebeu. Tudo isso era para pagar as prestações das intercaladas de seu apartamento no Edifício Piazza Bella Vista, 721, Farol, em frente ao Colégio Batista, não esqueça.
Jeitinho brasileiro
O TC “alto e gordo”, para impressionar o Comandante da PM e demonstrar que era um bom administrador, mandou “reduzir despesas” na sede da 2ª seção. Tudo bem. O inusitado é como isto foi feito. Imaginem uma casa com mais de 5 banheiros (todos funcionando), dia de educação física com diversos policiais para tomar banho, fazer dezenas de refeições diariamente e o recibo da casal não chegar a R$ 200,00. Um “milagre”. Agora imaginem diversos cômodos todos com ar condicionado e funcionando, diversas lâmpadas acesas, diversos computadores sendo usados diariamente, chuveiros elétricos, forno microondas, outros eletrodomésticos e o valor da Ceal não chegar a R$ 200,00. Outro “milagre”. A maneira encontrada pelo TC “alto e gordo” foi mandar fazer dois “gatos”. Para maiores esclarecimentos, é só verificar in locco.
Iara X Sara
O TC “alto e gordo”, quando em viagem pelo o interior do Estado, sempre escalava a soldado Iara para duas finalidades: para presenteá-la com diárias e, segundo o que se comentava na seção , para fazer massagem em seu corpinho lindo. Boato ou não, fato é que esta situação chegou ao conhecimento de sua esposa, Sara, e acabou acontecendo um desentendimento. A partir daí a soldado Iara nunca mais viajou e foi transferida para outro setor. Hoje está na 6ª seção.
Operações na cidade de Maribondo
O prefeito da cidade de Maribondo liberou R$ 5.000,00 para custear despesas para operações de combate ao tráfico de drogas. Resultado da operação: nenhuma grama de droga apreendida, e as despesas foram custeadas pela PM através de diárias e o dinheiro o TC “alto e gordo” Lima Júnior (o alto e gordo) embolsou.
Carteiras de identidade
O TC “alto e gordo” se apropriava de recursos das carteiras de identidade expedida pela PM, justificando com notas fiscais falsas. Para maiores esclarecimentos basta fazer um levantamento durante o período que o mesmo foi chefe da 2ª seção e vejam a autenticidade das notas fiscais.
Um pai agradecido
O TC “alto e gordo”, quando do sequestro da filha do empresário Zé Pivete (dono da Mavel) utilizou diversos policiais da 2ª seção diuturnamente (até aí nada de mais). Todos vararam a madrugada, dobraram de turno, a exaustão física era evidente, o emocional e a fadiga tomou conta de todos. Ao final do sequestro a vítima foi liberada. Até ai tudo bem, se não fosse os R$ 100.000,00 (cem mil reais) ganho do pai da vítima e mais um carro. Nenhum policial da 2ª seção recebeu míseros centavos desse dinheiro.
O saldo de uma operação
Durante uma operação na cidade de Palmeira dos Índios, o TC “alto e gordo” também recebeu R$ 8.000,00 do prefeito para custear despesas. Mais uma vez embolsou o dinheiro e recebeu diária da PM. Resultado da operação: dias depois um informante, “o negão”, foi morto, e nada de drogas.
Reserva do Vale
Agora o TC “alto e gordo” mora em uma casa no Condomínio Reserva do Vale, na Via Expressa, avaliada em mais de um milhão e meio de reais (calculo feito por corretor de imóveis), onde a segurança local é reforçada e “chega junto”, ainda mais porque tem como inquilino o próprio “patrão”, a quem tem que mostrar serviço. Isso mesmo: desde que foi morar lá que o TC “alto e gordo” é responsável pela segurança do condomínio. Mas bastou dizermos: “trabalhamos para TC ‘alto e gordo’, e viemos buscá-lo”, e pronto: tivemos acesso ao interior do condomínio onde pudemos fazer as seguintes fotos e vídeo:
Bonita casa, não? Quase que aceitei o convite de uma moradora que me chamou para jogar tênis, na quadra que fica na parte de baixo do condomínio.
Durante as fotos tiradas hoje (13.09.11), e eu faço questão de registrar a data, uma coisa me chamou atenção. Há muito tempo o TC “alto e gordo” não tirava a Nissan Frontier, cor prata, da garagem. Estamos de olho em você, TC alto e gordo Paulo Domingos de Araújo Lima Júnior.
Conclusões
Ou o salário do TC “alto e gordo” dá para tudo isso, ter boa casa em um dos condomínios fechados mais caros do Estado, boa caminhonete, carro para esposa, combustível a vontade, belo apartamento no Farol avaliado em novecentos e cinquenta mil reais, filhos em bons colégios particulares, plano de saúde particular para toda a família, pagamento de condomínio, alimentação, empregada doméstica, conta de água, luz, telefone, remédios, internet… Ou o leão da Receita Federal está sendo driblado pelos “bicos” bem remunerados e não declarados que o TC “alto e gordo” faz.
Seja como for, o teor dessa postagem está sendo encaminhado ao CONSEG e demais autoridades competentes, dentre elas o TC Erivaldo Albino dos Santos, responsável pela Sindicância do “nosso personagem”, para as providências cabíveis.
Com a palavra, o Comandante Geral da Polícia Militar de Alagoas – Coronel Luciano Silva

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