De volta a Carajás

“Dia dos pais, época de comprar presentes.” Com este pensamento dei uma passadinha “meio que por acaso” na Carajás e fiquei sabendo (mais uma vez pelos funcionários) que a loja demitiu todos os PMs que faziam bico lá. Em lugar dos praças, foi contratada uma empresa, a Security, que – acreditem se puder – é “assessorada” pelo TC Lima Júnior.
Segundo os informes que “colhi” no local, os praças, por sua vez, estão com raiva da gente [o blog] por causa da matéria “Cadê o coronel?”. “Se eu acho um desses ‘fdp’, eu pipoco mesmo”, prometeu-nos um “cabo velho” (do 1º BPM) que perdeu a viração.
Acontece que a viração da Carajás não foi extinta por conta da nossa postagem, e sim por conta da forma violenta com que um desses “cabos velhos” agiu com um funcionário da empresa, identificado como Mário. Conforme divulgado na imprensa, essa agressão aconteceu coincidentemente no dia posterior à nossa postagem, não tendo nenhuma relação entre uma coisa e outra. Além do mais, segundo esclarecimentos de uma funcionária, “o ‘Derivaldo’, sem mais nem menos, deu um puxão no obro do Mário e quando ele se virou já foi logo recebendo um ‘pipoco’ [soco] no rosto; depois disso aconteceu uma sequência de socos e chutes que por pouco não matou o Mário”.
Ao indagar a outros funcionários sobre os porquês que motivaram tamanha agressão, a informação que é impera não é a que foi veiculada pela imprensa, a qual dava conta que “o veículo do segurança estava arranhado e a suspeita é de que Mário tenha arranhado o carro com uma cerâmica, sem ser de propósito”, haja vista que a vítima – conforme relato dos colegas – nega que isso tenha acontecido.
Não sabemos se o PM acusado realmente chama-se “Derivaldo”, mas se for, estamos diante do único PM na corporação que tem este nome. Portanto, aos que dizem que a gente não trás à tona situações que envolva os praças da nossa corporação, o que temos a dizer é: paciência, todos os erros que chegarem ao nosso conhecimento serão oportunamente divulgados, independente de quem seja o autor”.

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