Investigações sobre morte de PM em Itararé, SP, seguem sob sigilo

As investigações sobre a morte do tenente da Polícia Militar, Rodrigo Paes, de 24 anos, seguem sob sigilo. A Polícia Civil de Itararé (SP) adotou a medida para que o andamento das investigações não seja prejudicado.
De acordo com o delegado José Vítor Bacetti, responsável pelas investigações, nesta terça-feira (16) três pessoas foram ouvidas, no entanto ele manteve sigilo sobre quem são e o que disseram durante o depoimento.
Ainda segundo o delegado, as investigações prosseguem com a análise das imagens registradas por câmera do circuito de segurança do Clube Atlético Fronteira. Pelas gravações a polícia já identificou um dos envolvidos e ele está detido. A polícia pretende agora identificar os outros integrantes do grupo que provocou a confusão, por isso, pede ajuda aos moradores que tenham fotos ou vídeos da briga. Quem puder ajudar a polícia, deve enviar as imagens à delegacia. O dono do material terá sigilo. As imagens podem ser enviadas pelo e-mail david.junior2@polícia civil.sp.gov.br.
 A briga que terminou com a morte do tenente da Polícia Militar e deixou outras cinco pessoas feridas ocorreu na madrugada de domingo (14). De acordo com a Polícia Civil, a confusão ocorreu em frente ao clube. O PM saía do local junto com quatro amigos quando houve o confronto. De acordo com a direção do clube, a briga não começou dentro do clube e que não teve relação com o baile que era realizado no local. Ainda de acordo com a direção da casa, um grupo aproveitava a saída das pessoas do baile para aplicar golpe da saidinha, furtando celulares e outros valores.
Quando o policial saiu, começou a briga e ele foi atingido por golpes de canivete desferidos por um dos homens que estaria do lado de fora. O policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Um dos diretores da casa noturna que estava na porta também foi esfaqueado, mas passa bem.
Ainda durante a confusão, uma das portas um das portas de vidro do clube foi destruída. Os suspeitos deverão responder por crime de depredação de patrimônio. (G1).

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