Polícia Civil prende o maior ladrão de carros do RJ

Caio Piloto é suspeito de praticar 78 assaltos. Contra o criminoso, que atuava na região da Baixada Fluminense, foram expedidos seis mandados de prisão.

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (10), no Chapadão, Zona Norte do Rio, o homem apontado como o maior ladrão de carros do Rio de Janeiro. Caio Piloto foi preso nesta manhã por agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Carga e da 52ªDP (Nova Iguaçu).
Até ser preso, segundo a polícia, Piloto era suspeito de praticar 78 assaltos. Contra o criminoso, que atuava na região da Baixada Fluminense, foram expedidos seis mandados de prisão. Ainda segundo investigações da polícia, ele chegou a balear uma criança durante um assalto e foi responsável por matar um subtenente da Polícia Militar em um assalto.
O número de vítimas que reconheceram o suspeito, porém, está aumentando. A prisão de Caio fez com que vítimas do ladrão fossem até a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, para reconhecimento no final da manhã desta quinta-feira (10). Com isso, já são 81 pessoas que reconheceram o criminoso como autor de roubos, principalmente na Baixada Fluminense. O número chegava a 10 roubos de carro por semana.
A investigação, de acordo com o delegado Marco Aurelio Ribeiro, titular da 52a DP (Nova Iguaçu), durou 8 meses. O tráfico de drogas na região do Chapadão, na Zona Norte do Rio, começou a diversificar suas atividades com o roubo de veículos. O primeiro roubo cometido pela quadrilha, seguindo a Polícia, consta do ano de 2012.
“Era uma quadrilha extremamente violenta que atuava em Nilópolis, São João de Meriti, Duque de Caxias e Nova Iguaçu”, explicou o delegado. 7 pessoas foram identificaras como parte da quadrilha, que já teve outras cinco pessoas presas.
Os veículos, segundo o delegado da 52ª DP, custavam de R$ 1 a 3 mil. “Eles eram vendidos ou desmanchados”, explica. A polícia conseguiu recuperar vários carros dentro do Chapadão, mas a corporação não deu números de quantos carros foram recuperados.
“Não tenho dúvidas de que com os interrogatórios, vamos abrir novos leques nas investigações”, disse o advogado Alessandro Petralanda, titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA).
Fonte: G1

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