Policial Federal da Argentina é morto em Natal; família reconhece corpo

Delegacia do Turista acredita que estrangeiro foi vítima de atropelamento.
Eduardo Tomás Galeano, de 61 anos, morreu no Hospital Walfredo Gurgel.

Eduardo Tomás Galeano, de 61 anos (Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)Eduardo Tomás Galeano, de 61 anos
(Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)
A Delegacia de Atendimento ao Turista da capital potiguar está investigando a morte de um policial federal da Argentina. A princípio, segundo a polícia, o estranheiro foi vítima de um atropelamento na Rota do Sol, uma das avenidas que dá acesso às praias do litoral Sul da Grande Natal. “Estamos tentando descobrir quem o atingiu e se o atropelamento foi culposo ou doloso, ou seja, se houve ou não a intenção de matar”, afirmou um policial ao G1.
Segundo a equipe de investigação da delegacia, Eduardo Tomás Galeano, de 61 anos, chegou à capital potiguar no último dia 5 e se hospedou em um hotel na praia de Ponta Negra. No dia 9, no entanto, ela saiu e não retornou. Já no dia 19, o gerente do hotel procurou a Deatur para comunicar o desaparecimento do hóspede.
“Começamos a investigar e fomos informados pelo Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel que lá havia o corpo de um homem com as mesmas características da pessoa que estávamos procurando. Avisamos a família e a irmã dele veio a Natal. Ela reconheceu o irmão e confirmou que ele é policial federal na Argentina”, acrescentou o policial.
A equipe de investigação da Deatur acrescentou que o corpo do estrangeiro foi levado do necrotério do hospital para a sede do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), onde a irmã irá providenciar a liberação para o traslado.
A Deatur tenta conseguir imagens de alguma câmera de segurança na região da Rota do Sol que possam mostrar o atropelamento e ajudar na identificação do veículo que eventualmente causou a morte do argentino.
“Por enquanto, tudo o que sabemos é que o estrangeiro foi socorrido ao hospital como vítima de atropelamento. Agora temos que confirmar o que realmente aconteceu com ele e descobrir quem são os responsáveis”, pontuou o policial.
Do G1 RN

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